
A iniciativa do exército português visa testar e avaliar os métodos e procedimentos de cibersegurança nos setores público e privado
Novembro. 2018 – A Winning Scientific Management participou como jogador no exercício de ciberdefesa “Ciber Perseu 2018”, organizado pelo Exército Português que decorreu no período de 12 a 15 de novembro.
Mais de 60 organizações nacionais foram envolvidas neste exercício promovido e coordenado pelo Exército Português. O cenário é o de vários ataques no ciberespaço, que obrigam a um conjunto de respostas concertadas por parte das várias entidades envolvidas neste conjunto de simulacros.
O exercício teve como objetivo exercitar e avaliar a capacidade de resposta do Exército face à ocorrência de ciberataques, de âmbito nacional ou internacional, nomeadamente afetando as suas Comunicações e Sistemas de Informação. Os participantes foram coordenados pelo Exército Português e tiveram a oportunidade de experimentar novos conceitos de cibersegurança, que podem ajudar a estabelecer melhores práticas de defesa e combate virtual.
O exercício anual Ciber Perseu tem como objetivo reforçar o treino dos efetivos das Forças Armadas em matéria de ciberdefesa. O treino serve também para assegurar uma maior coordenação entre as forças armadas, as empresas públicas e as entidades de diferentes setores caso seja necessário responder a um momento de crise. O objetivo passa por avaliar o grau de preparação e a maturidade das diversas entidades para lidarem com incidentes de grande dimensão. Este envolvimento resulta na criação das sinergias necessárias com outros exercícios neste âmbito, organizados e conduzidos a nível nacional.
A Winning participou no Ciber Perseu 2018 na qualidade de jogador, tendo sido envolvida na simulação de crise através das missões de “Ciberataque a uma Organização” e “Comunicação e Relações Públicas”.
O Exercício “Ciber Perseu 2018”, enquadrado no processo de validação da Capacidade de Ciberdefesa do Exército, pretende exercitar e avaliar a resposta do Exército face à ocorrência de ciberataques que, devido ao seu impacto disruptivo crescente, afetem a segurança das comunicações e Sistemas de Informações (CSI), o Comando e Controlo (C2) do seu Sistema de Forças e ponham em causa a obtenção da Superioridade de Informação necessária na condução de Operações no moderno campo de batalha.
Incorporando a experiência adquirida pelo Exército no âmbito dos exercícios multinacionais da NATO, Cyber Defence Exercice (NCDEX) – Cyber Coalition e Cyber Endeavour, este Exercício constitui-se como uma oportunidade para a condução de ações de treino especializado, de validação de procedimentos operacionais, técnicos e de avaliação dos mecanismos de cooperação com Entidades e Organizações externas ao Exército no âmbito das atividades relacionadas com a Ciberdefesa e Cibersegurança.
Com esta iniciativa destinada a testar e validar no Exército os procedimentos na área da ciberdefesa, o Exército Português disponibiliza ao País uma estrutura de Exercício a que se podem associar Instituições, Organizações e Empresas, que pretendam aproveitar esta oportunidade para treino interno e cooperativo. Para além dos três ramos das forças armadas portuguesas, o presente exercício juntou forças militares da OTAN, diversas entidades do Estado, universidades e organizações privadas e públicas relevantes no quadro nacional.



